quarta-feira, 11 de julho de 2007

Olha aí minha gente o Pescadorzinho do futuro



Pessoal, este pescadorzinho é o Dieter Masoni Plesnik, atualmente com 3 anos e três meses. Ele é filho do parceiro Germano Plesnik. Como podemos ver, já está equipado para as futuras pescarias com o nosso grupo. Sem dúvida, juntamente com o Murilo (filho do Eurivan) são os nossos mascotes de pesca.

Desde o 1º ano de idade ele já assiste aos programas de pesca, estando familiarizado com palavras-chaves como peixe, truta, black bass, iscas,etc.

Um de seus brinquedos prediletos é a bolsa de pesca, onde encontra todos os apetrechos e com os quais fica horas brincando.

É isso aí pessoal, como é importante passar para os baixinhos a importância da pesca esportiva, ensinando a soltar o peixe, preservar a natureza e aprender a cultivar o espírito de equipe e companheirismo.

Pessoal, um abraço a todos do Dieterzinho e até a nossa primeira pescaria.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Olha o Fred em ação aí gente...



Dizem que o homem com o pássaro na mão tem “mel” quando se trata de fisgar peixes. A ciência vem tentando entender o que acontece quando ele arremeça suas iscas. As teses são as mais diversas, mas todas sem comprovação científica. Uns alegam que suas iscas passam por um processo de preparação todo especial antes de entrarem em “combate”. Elas seriam embebidas em uma essência especial que só seu dono conhece a fórmula.

Os mais místicos, no entanto, dizem que ele tem um pacto com a mãe natureza, pois até os quero-queros acabam parando no seu anzol.

Bricandeiras à parte, gente, estamos falando do parceiro Frederico Mattis, um grande papa-títulos em torneios de pesca. Quando ele não é o primeiro, sempre figura no pelotão da frente. Tem gente que diz que o homem tem muita sorte, mas, com certeza, não é só isso que o faz ser um bom pescador. Acrescentemos aí técnica, vivência, "feeling", e por aí vai...

Descrevendo as fotos acima, a primeira foi tirada no açude do Passo Alegre, na Primavera de 2006. Como se pode ver, o Fred esta resgatando um quero-quero que havia sido atingido involuntariamente por uma isca arremeçada pelo companheiro Roque Martinelli."Vamos salvar o bichinho", disse o Fred naquela ocasião.

O outro registro foi feito durante a premiação do 7º Rally Gaúcho de Pesca com Iscas Artificiais - campeonato realizado no Berbigier, em Charqueadas, em 2005. Na oportunidade, nosso parceiro Adolfo Valduga ficou em primeiro lugar. Em segundo, o Fred - que na classificação geral também ficou em segundo lugar.

Viva a pesca e parabéns Fred.

51 cm de êxtase total, dá-lhe Roque...


O parceiro Roque Martinelli não conseguiu conter a alegria depois de pegar um peixão destes. E nem poderia,afinal, são 51 cm de intensa satisfação e euforia.Esse bass foi capturado na propriedade do senhor Eleandro Rostirolla, em São Marcos - pelo jeito, esse lugar dá sorte pra nossa turma, já que o Adolfo, o Fabiano, o Germano e o Fred também foram bem-sucedidos neste açude.

O prêmio do Roque foi fisgado com uma isca Bicuda, da De Conto, no trabalho em zara. "Foi de deixar os caros colegas de pesca de boca aberta e aquela pontinha de inveja", lembra o Roque daquele dia. E complementa: "Após este filhote, peguei mais um de 41cm e vários na faixa de trinta e poucos, assim como os outros parceiros presentes naquele dia.

Dá-lhe Roque!!!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

O maior bass do Paulo Leal


Olha o Paulo Leal apresentando aí pra gente o seu maior prêmio pego até hoje: “Meu maior bass até agora em competições: 42cm, mas vai melhorar...hehehe”, diz o nosso parceiro em mensagem enviada aqui pro EURIPESCA. É isso aí Paulo, estamos todos relembrando o teu feito através desta foto. Mas nós também queremos mais, muito mais basses e fotos deles, haha...

O prêmio conquistado pelo Paulo foi no Rostirolla – coincidentemente no mesmo dia em que o Germano Plesnik também capturou o seu maior peixe.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Filho de peixe peixinho é. Será ?



Olha só o meu baixinho, o Murilo, dando os primeiros passos na pesca esportiva.E o guri parece ter jeito pra coisa, se considerarmos o garoupão que ele fisgou na artificial. Segundo relato do pupilo do casal Eurivan e Denise, não foi muito difícil capturar o bicho, pois ele andava se assanhando na sua banheira. Aí ficou fácil demais.

Daqui uns tempos, quem sabe, ele poderá estar acompanhando o papai nas suas pescarias.

Bricandeiras a parte, é legal a gente ver a criança tomando gosto pela pesca esportiva, uma paixão que mistura esporte, lazer e consciência ecológica. Sem dúvida é uma prática extremamente saudável.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Curso do Cripth é nota 10





Muitas dicas e ensinamentos que devem ser observados no momento da pesca do bass marcaram o curso realizado por Cristiano Thiesen Cripth , no último domingo, no açude da Arpia, em São Fancisco de Paula. Com 60 torneios conquistados ao longo de sua vida – os troféus do cara estão todos expostos em sua casa - o professor Cripth disse que a pesca começa muito antes de fazermos o primeiro arremeço. Fatores ambientais, temperatura da água, vento, pressão atmosférica, entre outros quesitos mas..., são detalhes que devem ser levados em conta pelo pescador.

Depois de observados os fatores externos, aí vem um trabalho que exige muita paciência e atenção por parte do pescador, ou seja, descobrir o jeito que o peixe está “pegando” no dia.

Como na pesca do bass as minhocas de silicone “reinam soberanas”, é fundamental que se descubra qual é a soft mais adequada para o dia, bem como o tipo de montagem - ou rig - em que ela estará disposta. Características como cor, tamanho, tipo de trabalho realizado dentro d’água,etc, podem ser decisivas para o sucesso na pescaria. “Aí entra a persistência do pescador, pois ele precisa testar todos esses sistemas pra descobrir qual é o mais eficaz no dia” - diz Cripth.

Gente, o que eu descrevo aqui é apenas um pouco do que foi transmitido para a nossa turma durante o curso. Tem muito mais coisas...

Mas por falar no curso, boa parte da manhã foi dedicada para o repasse de informações teóricas. Depois, tentamos aplicar tudo o que aprendemos "na prática", embarcados.

Só posso dizer a todos que foi uma experiência maravilhosa e extremamente prazerosa. Vale a pena mesmo!

Nas fotos acima alguns momentos do curso e da pescaria.

E para finalizar, não podemos esquecer do churrasco que o nosso parceiro Roque preparou para nós. Estava bom demais...

Participaram do curso o Adolfo, Paulo Leal, Roque e esse que vos fala, o Eurivan.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Um pescador eclético


O legal na pesca é que ela é extremamente dinâmica e nós estamos sempre aprendendo coisas diferentes. A variedade de espécimes de peixes existente no Brasil impõe constantemente novos desafios aos pescadores. São técnicas e sistemas distintos que devem ser aplicados para capturarmos a presa.

E o nosso parceiro Adolfo se enquadra naquele grupo de pescadores que estão sempre dispostos a encarar novos desafios. Um dia é para o black bass, outro para a traíra.


Tem vezes também que sua preferência é pelo robalo, como é o caso deste exemplar que estamos mostrando aí na foto. Esse foi pego no Mampituba. Dá-lhe garoto.